terça-feira, 11 de outubro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

Tudo ou nada
Autor(es): Roberto Shinyashiki

Será que nossos desejos mais ousados são realmente impossíveis de alcançar? Você tem certeza que já tentou todos os caminhos para sua realização? Qual foi a última vez que você se permitiu tomar as rédeas da sua vida? Nas páginas deste livro, você vai aprender a identificar os momentos em que é necessário realizar uma ruptura na sua maneira de pensar e agir. Momentos decisivos de escolhas que afetarão sua vida para sempre, sem volta. Momentos cruciais que trazem a chance de construir de verdade sua própria história. Na realização de suas metas ou na tomada de difíceis decisões, o caminho que você escolhe determinará quem é e para onde quer chegar. Baseado em um acontecimento real de sua vida, Roberto Shinyashiki mostra que, num fato cotidiano que poderia passar despercebido, podemos entender como é importante tomar as decisões corretas. Para ele, há momentos em que precisamos realizar uma ruptura na nossa maneira de pensar e agir, do contrário, corremos o risco de perder as oportunidades da vida.

Roberto Shinyashiki


Roberto Shinyashiki

Roberto Shinyashiki nasceu em Santos (SP), em 1952.

Médico-psiquiatra, fez pós-graduação em Gestão de Negócios e é doutorando em Administração de Empresas, pela USP.

Lançou seu primeiro livro em 1985, “A Carícia Essencial”, que em pouco tempo se tornou Best-seller.

Roberto, além de escrever livros que aplicam a espiritualidade ao mundo dos negócios, é consultor organizacional e ministra palestras no Brasil e no exterior. Já ministrou cursos de especialização nos EUA, na Europa e também no Japão.








Um Meio ou uma Desculpa

"Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite!
Durante o dia você faz o que todos fazem.
Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.
Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois...
Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.
Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA."
Roberto Shinyashiki

ENVIADO PELA AMIGA LUCIANA PACHECO

SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos
dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da
vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou
closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo
carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma
como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por
seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando
estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem
brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações
inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que
estão no elevador
aos colegas de trabalho etc.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do
restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda,
correto com quem você se relaciona não querer ser mais que outro e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você
seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do
físico... Quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que
salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão,
intolerância, ateísmo... Falsidade. Não tem coisa pior do que ser falso.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se
lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo,
vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material
deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não
desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não
aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem,
que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios,mas Amor e Fé nos

tornam humanos!

site da  imagem :ichliebechic.blogspot.com

sábado, 8 de outubro de 2011

Amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor.
Vladimir Maiakóvski

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

CHAMA-SE SARA

                                                   Sinopse
Julia Jarmond, uma jornalista americana casada com um arquitecto francês, investiga uma página negra da história francesa recente: a rusga através da qual a Polícia Francesa, na madrugada do dia 16 de Julho de 1942, levou mais de 8 000 judeus franceses para o recinto desportivo do Vélodrome d’Hiver, para que aí ficassem até serem deportados para os campos de concentração.
Descobrindo, horrorizada, o calvário de todas aquelas pessoas que, durante dias, sem água nem alimentos, ficaram a aguardar a deportação, Julia interessa-se, em particular, pelo destino de Sara, uma menina entre as mais de 4 000 crianças que ali estiveram. Sara, acreditando que estava a proteger Michael, o seu irmão mais novo, fechara-o à chave num armário, prometendo-lhe que iria buscá-lo depois.
E depois não conseguiu.
Em Paris, em 2002, Julia, enquanto percorre o passado de Sara, a rusga, a deportação, acaba por ter de reavaliar o seu próprio lugar naquele país, naquele casamento e naquela vida.

A ÁRVORE DOS SEGREDOS

Sarah Addison Allen dá-nos as boas-vindas a uma nova povoação: Walls of Water, na Carolina do Norte, onde os segredos são mais espessos do que o nevoeiro das famosas quedas-d’água da cidade, e as superstições são, de facto, reais.
Willa Jackson vem de uma antiga família que ficou arruinada gerações antes. A mansão Blue Ridge Madam, construída pelo bisavô de Willa durante a época área de Walls of Water, e outrora a mais grandiosa casa da cidade, foi durante anos um monumento solitário à infelicidade e ao escândalo. E a própria Willa há muito se esforçou para construir uma vida para lá da sombra da família Jackson. Não é tarefa fácil numa cidade moldada por anos de tradição e com fronteiras bem demarcadas entre ricos e pobres.
Mas Willa soube há pouco que uma antiga colega de escola – a elegante Paxton Osgood - da abastada família Osgood, restaurou a Blue Ridge Madam e a devolveu à sua antiga glória, tencionando transformá-la numa elegante pousada. Talvez, por fim, o passado possa ser deixado para trás enquanto algo novo e maravilhoso se ergue das suas cinzas. Mas o que se ergue, afinal, é mais um segredo que gira à volta de algo encontrado sob o solitário pessegueiro da propriedade.
Setenta e cinco anos antes, o carismático vendedor ambulante Tucker Devlin, exerceu os seus encantos sombrios em Walls of Water, e deixou a sua marca. Quem terá ele sido realmente? E por que motivo estão de repente a acontecer coisas estranhas em toda a cidade?
Agora, unidas numa improvável amizade e por um enorme mistério, Willa e Paxton tem de confrontar as paixões perigosas e as trágicas traições que outrora uniram as suas famílias e descobrir a verdade acerca dos antepassados que transcenderam o tempo e desafiaram a sepultura para tocar os corações e as almas dos vivos.
A Árvore dos Segredos é uma história sobre o poder profundo e duradouro da amizade, do amor e da tradição, e um retrato dos laços inquebráveis que – nos bons e nos maus momentos, de uma geração para a seguinte – duram para sempre.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.
Bill Gates
site da imagem:feiradolivropbi.blogspot.com
A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede.
Carlos Drummond de Andrade
O que  seria  misterioso no mundo em que nunca adentramos chamado fim da vida, morte, término de tudo? Se essa que se chama vida da qual usurfruímos achamos misteriosa!? Imagine o tal fenômeno morte que até hoje  é discutido entre mestres e  discípulos. céticos e etc.
site da imagem :coroasdefloresportoalegre.com.br

terça-feira, 4 de outubro de 2011

... acho que a vida é um processo... É como subir uma montanha. Mesmo que no fim não se esteja tão forte fisicamente, a paisagem visualizada é melhor.
Lya Luft
site  da imagem mwl.wikipedia.org
Não queremos perder, nem deveríamos perder: saúde, pessoas, posição, dignidade ou confiança. Mas perder e ganhar faz parte do nosso processo de humanização
Lya Luft
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